terça-feira, 25 de setembro de 2012

Fanfiction Nyah!

Imagino que muitos escritores já tenham visto a "nova regra de postagem" no nyah!
Eu não entendi exatamente o motivo disso. Claro que se você postar histórias originais as chances de alguma editora se interessar é muito grande. Mas, ainda assim, acho desnecessário retirar a categoria bandas. Tipo, imaginem a quantidade de one-shots e histórias boas que iram se perder? Se a gente quisesse realmente postar histórias 'originais' postaríamos na categoria 'originais'. O Nyah! Fanfiction é o melhor site pra postagem de fanfics que existe, e infelizmente, eu e muito escritores estamos sendo  praticamente OBRIGADOS a procurar outros sites como Anime Spirit. Sinceramente, eu não gosto do anime spirit, muito chato de mexer, poucos leitores, e algumas regras deveras muuuito chatas como limite de caracteres em sinopse. E outra, um site destinado a fanfics, onde não se pode postar fanfics? Concordo que há muuuuitas fanfics na categoria 'bandas' que realmente merecem ser publicadas como livros, mas a decisão que o nyah! tomou foi muito radical. Não vi ninguém ainda, que pretende mudar as fics para originais, a maioria está migrando pra outros sites antes mesmo do encerramento do prazo pra excluir as fanfics, outros até mesmo estão excluindo suas contas e coisas do tipo. Logo agora que o site estava tão bom, e agora temos também a versão mobile do site. Esperei tanto por isso, mas agora, de que isso adianta? Não vou poder ler minhas histórias favoritas. Gostaria muito que o nyah reconsiderasse essa ideia. Deixem suas opiniões, vamos tentar fazer alguma coisa a respeito, mesmo que a equipe do site esteja completamente decidida. Mesmo que não haja nada que se possa fazer - como eles mesmos disseram - não custa nada tentar. POR FAVOR GENTE, tentem fazer alguma coisa. Mandem mentions no twitter (@Nyah_Brasil), e tentem entrar em contado com a equipe do nyah! E ARGUMENTEM o porque de não querer que retirem a categoria bandas. NÃO ADIANTA CHEGAR LÁ, COM 7 PEDRAS NA MÃO, tentem ser sinceros! Criem hashtags, sei lá. Façam alguma coisa.

Por favor nyah... por favor.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Golden Bomber Lançará Álbum Best-Of Simultaneamente em 6 Países!

No dia 18 de Junho, o Golden Bomber lançará o seu álbum "The Golden Best" em seis versões internacionais, nos seguintes países: Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, Coréia do Sul e Taiwan.

Para os respectivos lançamentos, os designs das capas dos CDs foram lançados e você pode dar uma exclusiva olhada neles bem aqui!
Não deixe de conferir todas as versões!
Informação sobre o lançamento: Álbum "The Golden Best"Data de Lançamento: 18/06/2012 Simultaneamente no respectivo país!
Versão E.U.A. "The Golden Best for United Stats of America"Versão U.K. "The Golden Best for United Kingdom"Versão Alemã "The Golden Best for Germany"Versão Francesa "The Golden Best for France"Versão Sul-Coreana "The Golden Best for Korea"Versão Taiwanesa "The Golden Best for Taiwan"
Detalhes sobre os conteúdos foram lançados recentemente!
Foi Aberto o Facebook Oficial do Golden Bomber Facebook![http://www.facebook.com/pages/Golden-Bomber-Official/154270581310998]



Por: http://pt.musicjapanplus.jp/

Entrevista - Clandestine


Pra quem não conhece, Clandestine, é uma banda que se influenciou do j-rock e VK.É uma ótima banda, uma das minhas preferidas, mas, o problema é que, não se sabe muito a respeito deles, infelizmente. Então, eu encontrei essa entrevista, e acabei que resolvi postar aqui, espero que gostem e antes de mais nada, pra quem não conhece, ouça a musica deles:




Entrevista - Clandestine

Ser apelidado de Best Female Fronted Band deixa antever qualquer coisa. Essaqualquer coisa não fica por mãos alheias e os Clandestine provam, com The Invalid, que são mais que mais uma banda com uma senhora a cantar. Esta nova proposta vinda do lado de lá do Atlântico acaba por se confirmar como uma lufada de ar fresco na linha progressiva do metal. June Park e Dan Durakovitch contam-nos como tudo se processa no seio dos Clandestine.

Viva, para começar o que podes dizer a respeito dos Clandestine?
June Park (JP): Clandestine significa segredo e o tema geral da banda é a complexidade de nossa mente, dinâmica e pensamentos ocultos que mantemos no nosso íntimo. O rock/metalprogressivo é naturalmente um excelente meio para expressar este tema. Fizemos a experiência sem pensar "Será que isso vai ser um sucesso?" ou "Será que isso vai ser suficiente metal?” Desde 2006 que temos vindo, com a nossa paixão e desejo, a criar algo significativo para nós. Nada mais.
Sendo The Invalid, a vossa estreia, como vêm o álbum?
Dan Durakovitch (DD): Estamos todos orgulhosos naquilo que conseguimos mas, como qualquer músico, é difícil não pensar em coisas que poderia ter sido feitas de uma forma diferente. Porque nós tocamos tantas vezes esses temas, que é como se eles fossem velhos amigos. Ficamos felizes de vê-los, mas conhecemos muito bem a sua rotina. E é fácil esquecer que existem muitas pessoas que estão a ouvir estas músicas pela primeira vez. Adoramos tocar em frente de muita gente porque nos ajudam a alimentar a nossa energia e a reacender a nossa paixão por compartilhar a nossa música com o mundo. Da Vinci disse que "A arte nunca está terminada, apenas abandonada."
Como se processou o vosso ingresso na Nightmare Records?
DD: Uma comunidade online de fãs de música estava a dar ao nosso álbum algum burburinho e a Nightmare tomou conhecimento disso. Por outro lado, estávamos a ter algum airplaynuma estação de rock progressivo chamada Progulus. Lance King ouviu-nos lá e contactou-nos. Era fácil de ver que eles compartilhavam os mesmos objetivos que nós no que diz respeito à divulgação da nossa música com o público, o que é muito importante para nós. Por isso, tem sido ótimo desde então!
Em The Invalid, vocês cruzam diversos estilos. Quais são as vossas principais influências?
DD: Durante o processo de gravação deste álbum ouvimos um monte de metal/rockprogressivo. Mas como este álbum foi escrito ao longo de alguns anos, vários outros estilos se esgueiraram para as músicas, tal como o pop, eletrónico e metal moderno.
JP: Não temos a certeza de onde vem, exatamente, a nossa inspiração. Ouvimos muitas coisas diferentes, mas pensamos que tudo vem naturalmente quando realmente apreciamos as coisas e nos lembramos das sensação que provocam. Costumamos ouvir Michael Jackson, por exemplo, e apesar de não soarmos como ele, tenho certeza que existe alguma inspiração que não nos damos conta quando criamos. Nós também gostamos artistas experimentais como Bjork. Eu não escuto pop coreano, mas eu tenho certeza que existe alguma influência oculta que eu não penso quando escrevo melodias. A nossa base é rock emetal, mas não temos medo de explorar outros territórios musicais e captar o que eles têm para oferecer aos ouvintes. Eu sinto que agora é quase inútil falar das nossas influência demetal, porque Clandestine é apenas como uma tela para as cores serem adicionados. Não importa que tipo de música escutas, as sensações acumulam-se ao longo do tempo e criam o seu som com o seu toque pessoal. Eu acredito que este é o som de The Invalid.
E como decorreu o trabalho de composição?
DD: Este álbum foi escrito principalmente por June e por mim. Nós trabalhamos juntos na composição e June lida com todas as partes relacionadas com as letras e vocais. Normalmente, a música é escrita em primeiro lugar e, em seguida, as partes vocais. Finalmente trabalhamos em todos os extras que complementam a música. Nós usamos diversos programas de sintetizador para adicionar texturas na estrutura básica das canções.
JP: Quando escrevo as letras e escolho o título, eu tento sentir a música, ouvindo mais e mais e perceber para onde me leva a minha mente. A música é como uma criptografia. Mesmo que nós não criássemos música com um tema específico, eu poderia identificar a sua origem e projetar a mensagem com as palavras. Quanto à bateria, tentamos sempre dar as indicações tão detalhadas quanto possível ao nosso baterista. A programação de bateria pode ser um processo moroso, mas não deve ser negligenciado para o nosso tipo de música porque ele pode realmente mudar o efeito da música. Naturalmente, o nosso baterista toca muito melhor do que uma performance MIDI com a sua técnica, sensibilidade e ideias e, no final, muitas vezes há mudanças em comparação com as peças programadas. E essa é a maneira que esperamos que seja, já que se trata apenas de uma orientação que fazemos para facilitar o processo de escrita. No futuro, porém, gostaríamos de envolver toda a banda no processo de composição. O Mark tem vindo a contribuir com as suas ideias e nós estamos muito animados sobre os novos caminhos para nos podemos expandir.
As reviews tem sido muito boas. Estavam à espera de obterem tanto sucesso?
JP: Nós, naturalmente, esperávamos respostas positivas, porque gostamos do que fizemos, mas não tínhamos certezas. A única coisa que sabíamos era que não é produtivo ter medo de críticas. Seria ótimo se as pessoas se sentissem da mesma forma que nós fazemos sobreThe Invalid, mas não podemos controlar os seus pensamentos e emoções. A música é uma experiência pessoal, tanto em fazer como em ouvir. Fizemos a nossa parte para fazer música com honestidade e pô-la cá fora e esperamos pacientemente sem estarmos demasiado preocupados com o que as pessoas pensam dela. Parece que há cada vez mais pessoas que apreciam o que nós expressamos em The Invalid e, claro, essa é a maior gratificação que uma banda pode ter.
Disappear In You é o vosso videoclip do álbum. Por que esse tema em particular?
JP: Achamos que Disappear In Youcombina elementos musicais e líricos que podem apelar a um público amplo. É uma das músicas mais simples do álbum, mas ainda assim tem um secção instrumental interressante. Eu acho que é uma canção bem equilibrada, que tem uma mensagem forte. É sobre ser inconscientemente viciado num relacionamento abusivo que, eventualmente, destrói a autoidentidade e força. O vídeo mostra a consequência de tal dilema – a saída mais extrema para escapar de ficar completamente sugado e ser manipulado a cada momento.
De que forma é que o galardão de Best Female Fronted Band vos ajudou no vosso crescimento enquanto banda?
JP: Foi um bom galardão para colocar na nossa biografia. Para uma banda de iniciantes, essas são coisas que ajudam a construir o reconhecimento por intrigar as pessoas e fazer com que elas vão verificar.
Falem-nos um pouco do processo de gravação. Como decorreu?
DD: Foi tudo gravado em três estúdios diferentes aqui em Los Angeles. Optou-se por gravar um instrumento de cada vez. Isso permitiu-nos realmente dar um passo atrás, escutar o que tínhamos feito e ir alterando algumas coisas ao longo do caminho.
JP: Foi o nosso primeiro álbum completo, por isso não eram coisas que poderíamos ter planeado melhor. Demorámos cerca de 3 semanas para terminar as gravações. Verificámos todos os instrumentos em primeiro lugar nos Ameraycan Studio, em Los Angeles. A parte mais difícil foi a bateria uma vez que o Sammy tinha apenas duas semanas para aprender as músicas antes da gravação. Ainda estávamos numa fase de tentar descobrir os detalhes das peças e torturávamo-lo com diferentes ideias e sugestões. Não nos esquecemos da chamada telefónica que o Sammy fez, um dia antes da sessão. Ele estava muito preocupado, porque pensava que não tinha tempo suficiente e disse-nos que talvez devêssemos ligar ao Virgil Donati para gravar em vez dele. Mas ele saiu-se muito bem porque ele é fenomenal.
DD: Depois, a June ficou doente antes do início das gravações e, infelizmente, não recuperou a tempo. Então decidimos que iríamos gravar a sua parte noutra altura e noutro lugar. O nosso engenheiro tem um pequeno estúdio e passadas poucas semanas June gravou as vozes.JP: O Dan pensou que poderia acrescentar mais algumas faixas de guitarra para engrossar a variedade de seu tom. Depois disso, ainda não estava satisfeito com o resultado e então trouxe o seu equipamento para um estúdio no seu local de trabalho e gravou mais pistas. Era fim de semana, mas ainda havia algumas pessoas lá. Ele não se importou - ligou o amplificador tão alto que todo o edifício tremeu. Após estas peripécias, fomos para Weed, Califórnia, para misturar com a infame Sylvia Massey. Ela e Rich Veltrop realmente deram vida às faixas. Nós gostámos muito de ter estado em Weed. O velho e assombrado teatro de Sylvia, com paredes roxas foi o lugar perfeito para mim.
E o que está a ser preparado para levar The Invalid em tournée?
Nós temos alguns projetos. Existem algumas tournées alinhadas, mas é demasiado cedo para dizer as datas exatas. Posso dizer que haverá uma tournée pela costa oeste, em meados de junho e algum tempo depois, nas duas costas dos EUA. Fiquem atentos ao nossosite para saber quando se concretizarão. Entretanto, estamos a ensaiar e a terminar uma nova linha de merchandising. E estamos ansiosos para conhecer os nossos novos fãs!
Créditos: http://vianocturna2000.blogspot.com.br/2011/03/entrevista-clandestine.html

segunda-feira, 30 de abril de 2012

AN CAFE Anuncia Turnê Mundial

Recentemente foi anunciado que o AN CAFE eventualmente celebrará o seu retorno esse ano e após isso, rapidamente foram anunciadas as datas de uma turnê mundial.
Eles viajaram bastante pelo mundo em anos anteriores, então os fãs por todo o mundo com certeza estão esperando por isso!

Aqui estão os detalhes!
"LIVE CAFE TOUR 2012 NYAPPY GO AROUND THE WORLD III
~TADAIMA o(≧∀≦)o OKAERI o(≧∀≦)o~"

03/11/2012 (Sáb) Moscou / Rússia / MILK Club
04/11/2012 (Dom) São Petersburgo / Rússia / Zal Ozhidaniya
06/11/2012 (Ter) Helsinque / Finlândia / Nosturi
07/11/2012 (Qua) Londres / Inglaterra / O2 Islington
09/11/2012 (Sex) Ansterdã / Holanda / Melkweg
10/11/2012 (Sáb) Dortmund / Alemanha / FZW
11/11/2012 (Dom) Munique / Alemanha / Theaterfabrik
13/11/2012 (Ter) Cracóvia / Polônia / Studio Club
14/11/2012 (Qua) Budapeste / Hungria / Club 202
16/11/2012 (Sex) Milão / Itália / Magazzini Generali
17/11/2012 (Sáb) Marselha / França / Espace Julien
18/11/2012 (Dom) Paris / Françs / Bataclan
20/11/2012 (Ter) Berlim / Alemanha / Astra


Fonte/Créditos: http://pt.musicjapanplus.jp

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Kyary Pamyu Pamyu - Tsukema tsukeru


Uma canção sobre cílios postiços…Quem pode resistir à isso?



© Kyary Pamyu Pamyu - V-ROCK FESTIVAL
Seguindo o sucesso de Kyary Pamyu Pamyu com seu single de estreia PONPONPON e o mini-álbum Moshi Moshi Harajuku está seu segundo single, Tsukema tsukeru. A faixa é produzida pelo produtor de capsule ePerfumeYasutaka Nakata, por isso espera-se, sem dúvida, que seja cativante.
A melodia base de Tsukema tsukeru soa como se fosse tocada através de uma caixinha de música, dando à canção uma abordagem delicada, como de um conto de fadas. As letras, em grande parte, concentram-se sobre as palavras tsukema tsukeru (significando cílios postiços), com várias repetições das mesmas por toda a canção. Se uma palavra pudesse resumir esta faixa viciante seria a melhor forma de descrevê-la.
A B-side, Kyary ANAN é fofa – incrivelmente espumante! A maior parte da faixa consiste da linha ‘ANAN Kyary Pamyu Pamyu’ e nada mais. A canção, por si mesma, é um hino de Kyary, de sua própria criação! Próximo ao final da faixa, ela mantém o tom em outro uso de gaitas de fole eletronicamente modificadas, ouvidas primeiro no final de Tsukema tsukeru.
A terceira faixa, Cherry BONBON (Extended ver.) é, claro, uma versão estendida da versão original. A dança para Cherry BONBON é um espetáculo para se ver: muito simples e muito fofa.
Tsukema tsukeru pode ser adquirida como um single digital de faixa única para download através do iTunes Japan aqui ou todas as três faixas aqui.
Um pouco suavizado em relação ao single anterior de KyaryPONPONPON, o PV apresenta uma aparência mágica, como a de um conto de fadas e, claro, cílios postiços (até mesmo na peruca de Kyary e em sua roupa!). E assistir aqueles dançarinos vestidos com kigurumi de leão é outra vantagem. Divirtam-se!


Gizen VS the GazettE VS ...???

Imagino que a maioria saiba do anuncio da Yamato Music no ano passado. 'Uma das proximas bandas que iremos trazer começa com G e tem Z no meio'. Troféu joinha pra Yamato, que é mestre da trollagem e da arte de mistérios inúteis. Mas enfim, qual será a tal banda misteriosa? Muitos apostam em Gackt, mas até onde sei Gackt não tem Z. ê__ê
Mas qual outra banda além de the GazettE, começa com G e tem Z no meio? Queridos, cês' esqueceram que não é mais GazettE, e sim the GazettE? começa com 'T' de tapados. -q
Maaaaaaaas, em japonês, 'GazettO'. Então ainda há esperanças? Talvez... Eu realmente gostaria que essa tal banda fosse o the GazettE, porque é a minha banda preferida,  e seria um sonho ir a um show deles. Mas eu acredito que a Yamato é tão troll, que provavelmente vai trazer uma banda que quase ninguém conhece. Mas Hellem, será que existe uma outra banda que começa com G e tem Z no meio? Sim, existe, e é muito foda. O nome dessa banda é Gizen, e com certeza é muito boa. Não se sabe muito a respeito dessa tal Gizen, mas as musicas que tem no youtube é suficiente pra começar a gostar dessa banda. Aposto que você não conhece, mas eu recomendo essa musica: 


                      


Enfim, façam suas apostas, quem vocês acham que é a tal banda misteriosa? 



Ou será que é uma outra banda que ninguém conhece? -q 
FAÇAM SUAS APOSTAS, NEGAADA -q

terça-feira, 10 de abril de 2012

Novo amiguinho do blog -q

Oi galera! Quanto tempo hein? Eu sumi, ando tão ocupada que nem tenho tempo pras minhas fics, nem pra minha vida virtual. -Q
E por causa dessa falta de tempo, eu acabo deixando o blog de lado, tanto que quando passo por aqui, deixo só um post qualquer do music japan, e isso acaba tirando um pouco a qualidade do meu blog. Eu já havia comentado antes que queria alguém pra me ajudar aqui, e por isso que estou aqui. Venham ser amiguinho do blog -QQN
Venha me ajudar com os posts, e sugerir novos temas e coisas inuteis -Q
Se tiver interessando, comente aqui, ou mande um tweet no @Hellem_Gazerock.